Reconhecida nacionalmente pela diversidade nas referências rítmicas e por sua forte veia latina, a banda olindense Academia da Berlinda completa 21 anos, em 2025, e está com vários projetos para celebrar as duas décadas dedicadas à música. Além de uma turnê com passagem pelas principais cidades do Brasil, a Berlinda também promete emocionar os fãs com o projeto Berlindance (releitura de clássicos da música feitos pela banda) e o lançamento de dois discos, um autoral e outro de interpretações, que estão em fase de produção e devem ser lançados ainda neste ano.
As comemorações dos 20 anos da Academia da Berlinda tiveram início no Recife, em março do ano passado, durante o Ensaio da Nação, evento realizado pela Nação Zumbi, e já passaram por outras cidades, como o Rio de Janeiro, no Circo Voador.
Já em relação aos novos trabalhos, Yuri Rabid, baixista do grupo, revela que depois do último álbum Descompondo o Silêncio (2020), gravado no estúdio do produtor Kassin, no Rio de Janeiro (RJ), a Academia da Berlinda volta a produzir em casa, nas ladeiras de Olinda, e aproveita a energia da terra dos altos coqueiros para gravar os novos álbuns em comemoração aos 20 anos de estrada.
“Estamos produzindo um só com versões de artistas que foram e continuam sendo referências para nós, e outro apenas com autorais inéditas, até porque não é todo dia que uma banda completa duas décadas. Estamos muito felizes e no clima de comemoração, e para compartilhar essa alegria é provável que a gente solte um ou dois singles antes dos álbuns chegarem nas plataformas”, conta Yuri Rabid.
BERLINDANCE – Uma das ideias voltadas para comemorar as duas décadas de música é o projeto Berlindance, show com releituras das principais referências que influenciaram o grupo no início da carreira.
“Foi muito interessante montar o repertório do projeto Berlindance porque enxergamos as referências de uma forma diferente de 20 anos atrás. A partir desse processo tivemos a ideia de lançarmos um álbum com algumas releituras e outro álbum de autorais, que já começamos a produzir”, celebra Yuri Rabid, baixista do grupo.
Berlindance surgiu com a proposta de revisitar a origem musical da Academia da Berlinda, e também é uma forma da banda comemorar o caminho que construiu junto aos fãs nos últimos 21 anos.
Algumas das músicas presentes no repertório da Berlindance são Pela Mulher (Caña Dulce), de The Boogaloo Combo; Lambada Classe A, de Aldo Sena; Surra de Amor, de Cassiano Costa; Em Plena Lua de Mel, de Reginaldo Rossi; e Maria da Horta, de Urbano Castro. Outros artistas reverenciados são Pinduca, Ivan Peter, Alípio Martins, Diana e Antônio do Fumo, entre outros.
SOBRE A BANDA – Do Alto da Sé, aos Quatro Cantos de história, do Carmo à Ribeira de poesias, do Amparo ao Bom Sucesso de ritmos, Olinda é a raiz de toda vertente cultural e “pernambucanidade” da banda. Tudo começou em 2004, quando sete amigos de infância, criados nos quintais da Cidade Alta, decidiram mandar para berlinda suas experiências musicais.
Desde o início, a Berlinda tem como mote principal a música feita “para dançar juntinho”, com referências nas cumbias, lambadas, guitarradas, guarachas, forrós e toda sonoridade feita para bailar. A banda é formada por Alexandre Urêa (voz e
timbales), Tiné (voz, pandeiro e maraca), Yuri Rabid (baixo e voz), Gabriel Melo (guitarra), Hugo Gila (teclados), Irandê Naguê (bateria e percussão) e Tom rocha (percussão e bateria).
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Assessoria de imprensa da Academia da Berlinda
Texto: Marcos Iglesias
Babel Produções
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