Em 2019, quando lançou seu primeiro álbum “Desde Até Então”, Lello se aventurou em experimentações eletrônicas e referências da cultura popular nordestina. Agora, 7 anos depois, Lello soma a tudo isso um elemento importantíssimo: a palavra em seu novo disco “Matéria e Memória”. Ela vêm para nos contar os caminhos de um corpo periférico do interior de Pernambuco que se move pelo mundo e passa a ocupar diferentes lugares. Impossível dizer que o trabalho não é inspirado na sua própria jornada, nascido em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, o músico saiu de sua casa ainda adolescente para tocar em uma banda de forró, veio para São Paulo, onde vive há 18 anos mas já tendo passado por conservatórios de música e uma temporada em Paris. “Chega um momento que esse indivíduo não é só sertanejo mais, é estrangeiro de todo lugar”, diz Bezerra para a Folha de Pernambuco. Com direção artística de Juuar, o álbum contém 14 faixas, que passeiam pelo manguebeat, cavalo marinho, brega, gospel, cumbia rebaixada e o grunge. O resultado desse multigênero pop vocês já podem conferir em todas as plataformas de áudio! Em celebração ao lançamento do disco, realizamos um show especial no Sesc Belenzinho, que se tornou um momento de muita celebração desse novo momento. O show ainda contou com a participação de Jorge Du Peixe. “Matéria e Memória” – Tracklist 1.Gestalt (Lello Bezerra) – instrumental 2.Pálpebras (Lello Bezerra/Juuar) 3.Revolução da esperança (Lello Bezerra) 4.A queda da cor (Lello Bezerra/Juuar) 5.Hábito outro (Lello Bezerra) 6.Incebada (Lello Bezerra) – instrumental 7.Juazeiro (Lello Bezerra/Juuar) 8.Pato Santo (Lello Bezerra) 9.Terço branco (Lello Bezerra) 10.Chiste (Lello Bezerra) – instrumental 11.Trança de Eus (Lello Bezerra) 12.Ausência Presença (Lello Bezerra) 13.Surpresa Furta (Lello Bezerra/Flavio Barosi) 14.ARUUJ (Lello Bezerra) – instrumental Ouça o álbum aqui. Instagram de Lello As fotos apresentadas são, respectivamente, de José de Holanda e André Almeida.
HENRIQUE ALBINO E ORQUESTRA NO VIVO MÚSICA RECIFE
No dia 1 de Fevereiro de 2026, o Parque Lindu em Recife recebeu um encontro entre gerações. Henrique Albino, artista da Babel, e sua orquestra sinfônica convidaram Amaro Freitas, Duda Beat e Surama Ramos para uma homenagem à Moacir Santos, unindo suas composições e o Frevo. E quem fechou a noite com seu show “Nando Hits” foi Nando Reis. Uma equipe de peso para dar conta do pré-carnaval pernambucano. Os shows gratuitos fizeram parte da programação do Vivo Música, projeto que celebra a cultura brasileira com grandes nomes da cena nacional. Circulante, o projeto já passou por Fortaleza, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e entre outras. Em suas redes sociais, Henrique Albino contou que esse show foi um dos shows mais incríveis de sua vida, ele ainda termina o post nos lembrando que Música é patrimônio de todos, basta ter acesso que conquista corações e mentes! E naquela noite, no Parque Dona Lindu, esse encontro virou prova viva disso.