Em 2026, a música brasileira revisita um de seus maiores legados. O artista cearense Antônio Carlos Belchior completaria 80 anos, e seu álbum mais emblemático, Alucinação, celebra meio século de existência. No horizonte do primeiro dia de 2027, Coração Selvagem alcança seu próprio cinquentenário — e com ele, dez anos da partida de Belchior. É nesse cruzamento de memória, celebração e urgência poética que nasce Henrique Albino Interpreta o coração selvagem, Belchior. Maestro, compositor e multi-instrumentista, Henrique Albino concebe um espetáculo singular que coloca a obra de Belchior em diálogo direto com sua própria linguagem artística, forjada no cruzamento entre tradição e reinvenção sonora. Tendo como ponto de partida Música Tronxa, conceito desenvolvido pelo artista, Albino revisita canções que atravessaram gerações e ajudaram a moldar o imaginário da canção popular brasileira — revelando novas camadas de emoção, lirismo e atualidade em um repertório que nunca perdeu sua força. O espetáculo aposta em arranjos orquestrais inéditos e uma encenação que articula música e luz para criar uma experiência sensorial plena. Mais do que um show de homenagem, trata-se de uma proposição estética: conectar passado e presente, tradição e novidade, em uma narrativa que perpassa a juventude, a crítica social e a introspecção que sempre habitaram a obra de Belchior e que sentimos em sucessos como “Velha roupa colorida”, “Coração Selvagem”, “Paralelas” e “Como nossos pais”. A proposta ganha densidade e amplitude com as participações especiais de IVYSON e Surama Ramos, dois dos nomes mais potentes da nova música pernambucana. IVYSON, em ascensão na cena brasileira com uma obra que funde pop, música afro-diaspórica e referências nordestinas, traz ao espetáculo uma leitura sensível e contemporânea das canções, conectando o universo lírico de Belchior às inquietações de identidade, pertencimento e deslocamento que definem nossa época. Surama Ramos, por sua vez, imprime ao projeto sua potência vocal e interpretativa — reconhecida pela densidade emocional e sofisticação musical —, aprofundando as camadas dramáticas e poéticas que fazem da obra homenageada um monumento da canção brasileira. Juntos, os três artistas constroem uma homenagem que é também manifesto: a obra de Belchior como símbolo vivo de liberdade, inquietação e resistência. Henrique Albino interpretando Belchior é uma celebração do coração selvagem da música brasileira.
Nação Zumbi celebra 30 anos do disco “Afrociberdelia” no Bem Brasil
A Nação Zumbi se apresenta no Sesc Itaquera, no dia 05/07, com o show que celebra os 30 anos de lançamento do “Afrociberdelia”, segundo disco do grupoda formação com Chico Science. Com produção do paulistano Eduardo Bidlovski (BID), “Afrociberdelia” (1996) é considerado um álbum histórico, figurando entre os trabalhos mais importantes da música brasileira, e um marco do movimento manguebeat. A Nação vai tocar o repertório na íntegra. Além das clássicas “Manguetown”, “Maracatu Atômico” e “Macô”, no roteiro estão também “Mateus Enter”, “Etnia”, “Samba do Lado”, “Corpo de Lama”, “Sobremesa”, “Criança de Domingo”, “Amor de Muito”, entre outras. Uma das bandas mais revolucionárias da música brasileira, a Nação Zumbi marcou uma geração de jovens com sua sonoridade única e marcante. Criada no início dos anos 1990, na capital pernambucana, o grupo (ainda sob a alcunha de ‘Chico Science & Nação Zumbi’) lançou seu primeiro álbum, “Da Lama ao Caos”, em 1994, considerado um dos álbuns mais importantes no cenário musical brasileiro. Dois anos depois, em 15 de maio de 1996, a banda lançou seu segundo álbum de estúdio, “Afrociberdelia”, que ficou em 18° lugar na lista de 100 melhores discos da música brasileira da revista Rolling Stone Brasil e foi destaque na renovação da cena musical do Brasil nos anos 1990. Com 23 faixas, “Afrociberdelia” visita diferentes sonoridades com mais tecnologia, psicodelia e batidas de hip hop, em relação ao trabalho anterior da banda, além de contar com algumas músicas icônicas da Nação Zumbi, como a versão para “Maracatu Atômico”, composição de Jorge Mautner e Nelson Jacobina, “Corpo de Lama” e “O Cidadão do Mundo”. Entre as participações especiais do disco estão Fred Zero Quatro, Gilberto Gil e Marcelo D2. “Afrociberdelia” foi também o último trabalho de Chico Science à frente do grupo. Sempre reverenciada em suas apresentações, com sucessos que marcaram gerações, a Nação Zumbi segue mais atual do que nunca com sua explosiva mistura de ritmos, originalidade e potência sonora. Para 2026, a banda formada por Jorge Du Peixe (vocal), Dengue (baixo), Toca Ogan (percussão), Marcos Matias e Da Lua (tambores), Tom Rocha (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra) planeja o lançamento de um disco de inéditas
IVYSON apresenta versões reimaginadas de seu repertório no “O Novo Sempre Vem”
Nesta semana, O Novo Sempre Vem recebe um artista que vem crescendo, a olhos vistos, na cena contemporânea. IVYSON compõe canções confessionais que falam de amor, fé, perseverança, erros e acertos, embaladas por uma sonoridade suave e experimental. Seu trunfo está na capacidade de gerar identificação imediata com o ouvinte, ao transformar uma linguagem íntima em algo de grande alcance. Natural do Recife (Pernambuco), IVYSON começou a se projetar nacionalmente em 2018, quando passou a publicar suas músicas no YouTube. Desde então, tem trilhado um caminho respeitável. Com uma discografia formada por uma série de singles, um EP e dois álbuns, contabiliza mais de 1,4 milhão de ouvintes mensais no Spotify, marca que o coloca em evidência no mercado atual. “AFINCO” (Babel), lançado em 2024, seu disco mais recente e considerado seu trabalho mais maduro, o inseriu no circuito principal de shows, levando a turnê de lançamento por cidades de todo o Brasil. A partir daí, também surgiram parcerias importantes com artistas como Baco Exu do Blues, Mariana Nolasco, Joyce Alane e Rashid, entre outros. Autodefinido como um “curioso musical”, IVYSON mantém mente e ouvidos abertos a praticamente todos os gêneros, absorvendo influências que vão da MPB dos conterrâneos Alceu Valença e Lenine ao pop eletrônico do britânico Labrinth, passando por rock, trap e qualquer outra referência que o leve a explorar novas possibilidades criativas. Essa postura se revela na performance gravada para a série, em que apresenta versões reimaginadas de músicas como “Serena”, “Ranhura” e “Amar Até Morrer”. O artista foi gentilmente cedido pelo selo Babel para as gravações do O Novo Sempre Vem. “Eu conheci o IVYSON pelas gravações, com muitas programações, beats, sintetizadores, violões dedilhados, atmosferas sutis e uma voz intimista. O que ele trouxe para cá foi tudo isso somado a um power trio, com uma bateria mais incisiva e guitarras que remetem aos timbres do deserto do Norte da África. Ficou muito interessante”, comenta Bôscoli. O episódio vai ao ar na terça-feira, 5 de maio, às 23h30, com reprise no domingo (10), às 22h, na TV Cultura. Após a primeira exibição, fica disponível no app Cultura Play e no canal Trama TV no YouTube, com conteúdos extras. > Assista ao vídeo de “Ranhura”: https://youtu.be/IeVsmOvfndI?si=aawVZZYe38iS7W7P O Novo Sempre Vem conta com o patrocínio do Bradesco. Serviço O Novo Sempre Vem – Primeira Temporada Exibição: terças-feiras, às 23h30 Reapresentação: domingos, às 22h Transmissão: TV Cultura Disponível após a exibição no app Cultura Play e no canal Trama TV no YouTube Repertório: 1 – 00H 2 – Efêmera 3 – Amar Até Morrer 4 – Detalhes 5 – Ranhura 6 – Serena Todas as faixas compostas por IVYSON, exceto “Efêmera” (IVYSON e Rayllane Gomes). Músicos: IVYSON – voz e guitarra Hedinho – guitarra Hygor Miranda – baixo Pé Beat – bateria
IVYSON lança o single “Fugaz” em nova fase na carreira
IVYSON apresenta seu novo single, “Fugaz”, com lançamento nas plataformas digitais nesta sexta-feira (17). A faixa, que teve a produção musical de Duda Raupp, marca o início de uma nova fase na trajetória artística do cantor e compositor pernambucano, mais serena e reflexiva sobre o tempo. O artista vem ganhando destaque na cena nacional com seu lirismo pop, sua voz marcante e sensibilidade singular. Na letra, IVYSON faz uma reflexão sensível sobre a saudade que fica de alguém muito especial. “Escrevi essa canção depois de uma grande perda na minha vida, eu me fiz vulnerável e acho que isso vai gerar uma conexão com meus fãs. Todos nós perdemos algo ou alguém”, diz o cantor. Em apenas 8 anos de carreira, IVYSON vem ganhando cada vez mais espaço na cena musical nacional com sucessos como “Girassol”, “Conexão”, “Sina” e “Moldura”, além das canções mais recentes, incluindo “Serena”, “Efêmera” e “Fica”. O artista conquistou um público que se reconhece em suas narrativas e vem gerando uma base fiel de fãs, com mais de 1,4 milhões de ouvintes no Spotify e milhões de visualizações no YouTube e plataformas de streaming. IVYSON começou no mundo da música ainda criança, mas foi apenas em 2018 que compartilhou suas canções com o mundo. A estreia veio com a mixtape “Poemas Para Quem Chora” (2019), onde apresentou “Girassol”, considerada o grande hit do cantor. Posteriormente, lançou o primeiro EP, “Retalhos” (2020), durante o período de isolamento social. O álbum de estreia, “O Outro Lado do Rio” (2022), com o produtor manuara Viktor Judah, veio com 10 faixas autorais que vão desde o Trap ao Rock. Em seu segundo álbum, “AFINCO” (2024), com produção de Janluska, IVYSON expandiu seu discurso amoroso, pós-amoroso e além-amoroso com lirismo e sensibilidade raros no panorama nacional, mas sem perder um milímetro do sotaque que cativa fãs Brasil afora. O artista também participou de diversos projetos, como o single “Planos Pra Nós”, em parceria com o rapper Rashid e o produtor Duda Raupp, o single com as cantoras Joyce Alane e Mariana Nolasco na faixa “Meu Bem” e a parceria no álbum “Hasos” do Rapper Baiano Baco Exu do Blues. Para saber mais, acesse: Site: www.ivyson.com.br Instagram: https://www.instagram.com/ivysonoficial/ Facebook: https://www.facebook.com/ivysonoficial Twitter: https://twitter.com/ivysonoficial Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4oZ941RuRcTCaWxV8YptJu?autoplay=true YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCEC05nRzxgfZKZ3GhYDiL0Q
Frevo Macuca é indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2026
O artista da casa, Henrique Albino, se juntou ao Coletivo Boi da Macuca e a artistas convidados para criar este álbum de frevo, agora indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2026. Indicado na categoria Raízes, o disco passa a figurar entre os trabalhos de maior relevância do país, concorrendo com Dona Onete, Mestrinho, Orquestra Malassombro e Santanna, O Cantador. O álbum foi lançado em 2025, com direção e produção musical de Henrique Albino em parceria com o Boi da Macuca, pelo selo Babel. O Boi da Macuca é uma tradicional manifestação da cultura pernambucana, fundada em 1989. O cortejo que mistura frevo, forró e a brincadeira do boi, reconhecida como patrimônio cultural de Pernambuco, se une ao maestro Henrique Albino, nome recorrente da atual geração do frevo e da música instrumental. O álbum, com 12 frevo-canções inéditas compostas exclusivamente para o projeto, foi idealizado e dirigido artisticamente por Rudá Rocha. A direção e produção musical ficam por conta de Henrique Albino, que também assina todos os arranjos. Esse time de peso ainda conta com um artista convidado em cada faixa. Participam Jorge Du Peixe, Lenine, Siba, Juliana Linhares, Zé Manoel, Flaira Ferro, Isadora Melo, Buhr, Mãe Beth de Oxum, Almério, Isaar, Juba Valença, Surama Ramos, Tiné, Urêa, Jéssica Caitano e Silvério Pessoa. Já dá pra perceber que o álbum é uma celebração entre tradição e vanguarda, né? Em entrevista à Folha de Pernambuco, Albino ressalta a importância de fortalecer o gênero: “O frevo vive de repertório novo, vive disso. E a gente está lançando as partituras gratuitamente para todo mundo, tanto a versão de estúdio (para o palco) quanto a versão de rua, porque queremos ver esses sons circulando. Essa, inclusive, foi a grande inspiração para a sonoridade do disco. Por mais que tenha harmonias elaboradas, o objetivo é essa sensação do caos do frevo na rua”, conta Albino. Ficou com vontade de fazer parte dessa celebração musical com gostinho de Carnaval eterno? O álbum Frevo Macuca já está disponível em todas as plataformas digitais. Vai lá conferir esse trabalho incrível, estamos na torcida para levar esse prêmio para casa! Ficha técnica do álbum “Frevo Macuca” Ficha Técnica Idealização e Direção Artística: Rudá Rocha Direção Musical e Produção Musical: Henrique Albino Direção de Comunicação: Naiara Cândido Identidade Visual: Mateus Alves Designer: Rafael Gondim Produção Executiva: Janaísa Cardoso Assistência de Produção: Raian Oliveira e Daiane Araújo Mixagem: Henrique Albino Masterização: Júnior Evangelista Técnicos de Gravação Estúdio Música Tronxa: Henrique Albino Estúdio Carranca: Marco Melo Detalhes da Gravação Estúdio Música Tronxa: metais Estúdio Carranca: percussões e vozes Trompetes: Fabinho Costa e Trompete: Jorge Neto Trombones: Thomas Barros e Neris Rodrigues Saxofones: Henrique Albino Tuba: Alex Santana Surdo: Ruda Rocha Caixa: André Ragall (Patinho) Pandeiro: Gilú Amaral e Mamão do Pandeiro Gravado em: Estúdio Música Tronxa / Estúdio Carranca Coral Sue Ramos, Surama Ramos, Ricardo Pessoa e Henrique Albino Lista de Músicos Thomas de lima Barros, Fabinho costa, Alex Santana do Nascimento , Gilson Lúcio do Amaral filho, André Márcio Ramalho Ribeiro e Luciano Ricardo Maciel da Silva
Nação Zumbi e Orquestra Experimental comemoram 30 anos de Afrociberdelia em show no Theatro Municipal de São Paulo
O encontro entre a potência do manguebeat e a grandiosidade sinfônica ganhou um novo capítulo histórico com o espetáculo da Nação Zumbi no Theatro Municipal de São Paulo. Nos dias 2 e 3 de fevereiro de 2026, a banda ocupou o palco ao lado da Orquestra Experimental de Repertório para celebrar os 30 anos de Afrociberdelia. Lançado em 1996, o disco é um dos pilares do Manguebeat, misturando ritmos tradicionais, rock, psicodelia e experimentação sonora. Três décadas depois, essa obra fundamental ganhou novas camadas com orquestrações inéditas de Mateus Alves, sob regência de Wagner Polistchuk, ampliando sua força sem perder a originalidade. O espetáculo também reafirma o legado de Chico Science, cuja presença simbólica atravessa toda a obra e a história da banda. No palco, Jorge Du Peixe liderou a apresentação ao lado de Dengue (baixo), Toca Ogan (percussão), Marcos Matias e Da Lua (tambores), Tom Rocha (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra) tocaram um repertório que percorreu o álbum na íntegra. A dimensão do evento ficou evidente na velocidade com que os ingressos se esgotaram revelando a força contínua da Nação Zumbi e o interesse do público por experiências que atravessam tradição e reinvenção. Mais do que um concerto, o projeto propôs um diálogo entre passado, presente e futuro, conectando ancestralidade e inovação em um mesmo palco. Fotos de André Almeida
Lello Bezerra lança seu segundo álbum autoral pelo selo Babel
Em 2019, quando lançou seu primeiro álbum “Desde Até Então”, Lello se aventurou em experimentações eletrônicas e referências da cultura popular nordestina. Agora, 7 anos depois, Lello soma a tudo isso um elemento importantíssimo: a palavra em seu novo disco “Matéria e Memória”. Ela vêm para nos contar os caminhos de um corpo periférico do interior de Pernambuco que se move pelo mundo e passa a ocupar diferentes lugares. Impossível dizer que o trabalho não é inspirado na sua própria jornada, nascido em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, o músico saiu de sua casa ainda adolescente para tocar em uma banda de forró, veio para São Paulo, onde vive há 18 anos mas já tendo passado por conservatórios de música e uma temporada em Paris. “Chega um momento que esse indivíduo não é só sertanejo mais, é estrangeiro de todo lugar”, diz Bezerra para a Folha de Pernambuco. Com direção artística de Juuar, o álbum contém 14 faixas, que passeiam pelo manguebeat, cavalo marinho, brega, gospel, cumbia rebaixada e o grunge. O resultado desse multigênero pop vocês já podem conferir em todas as plataformas de áudio! Em celebração ao lançamento do disco, realizamos um show especial no Sesc Belenzinho, que se tornou um momento de muita celebração desse novo momento. O show ainda contou com a participação de Jorge Du Peixe. “Matéria e Memória” – Tracklist 1.Gestalt (Lello Bezerra) – instrumental 2.Pálpebras (Lello Bezerra/Juuar) 3.Revolução da esperança (Lello Bezerra) 4.A queda da cor (Lello Bezerra/Juuar) 5.Hábito outro (Lello Bezerra) 6.Incebada (Lello Bezerra) – instrumental 7.Juazeiro (Lello Bezerra/Juuar) 8.Pato Santo (Lello Bezerra) 9.Terço branco (Lello Bezerra) 10.Chiste (Lello Bezerra) – instrumental 11.Trança de Eus (Lello Bezerra) 12.Ausência Presença (Lello Bezerra) 13.Surpresa Furta (Lello Bezerra/Flavio Barosi) 14.ARUUJ (Lello Bezerra) – instrumental Ouça o álbum aqui. Instagram de Lello As fotos apresentadas são, respectivamente, de José de Holanda e André Almeida.
HENRIQUE ALBINO E ORQUESTRA NO VIVO MÚSICA RECIFE
No dia 1 de Fevereiro de 2026, o Parque Lindu em Recife recebeu um encontro entre gerações. Henrique Albino, artista da Babel, e sua orquestra sinfônica convidaram Amaro Freitas, Duda Beat e Surama Ramos para uma homenagem à Moacir Santos, unindo suas composições e o Frevo. E quem fechou a noite com seu show “Nando Hits” foi Nando Reis. Uma equipe de peso para dar conta do pré-carnaval pernambucano. Os shows gratuitos fizeram parte da programação do Vivo Música, projeto que celebra a cultura brasileira com grandes nomes da cena nacional. Circulante, o projeto já passou por Fortaleza, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e entre outras. Em suas redes sociais, Henrique Albino contou que esse show foi um dos shows mais incríveis de sua vida, ele ainda termina o post nos lembrando que Música é patrimônio de todos, basta ter acesso que conquista corações e mentes! E naquela noite, no Parque Dona Lindu, esse encontro virou prova viva disso.